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Geral Julho Amarelo

Campanha conscientiza sobre prevenção e controle de hepatites virais

Especialista do Grupo América, que faz parte do Sistema Hapvida, Renata Bernardes, explica importância de diagnóstico precoce

27/07/2020 13h48
Por: Redação AQG Fonte: Kasane Assessoria
Foto Divulgação
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A hepatite é a inflamação do fígado que pode ser causada por vírus ou alguns tipos de remédios, álcool e drogas. Existem também alguns fatores genéticos, metabólicos ou autoimunes, que resultam no diagnóstico. Com o intuito de alertar a população sobre a importância da prevenção e diagnóstico precoce das hepatites virais, o Ministério da Saúde criou a campanha Julho Amarelo. No Brasil, os tipos mais comuns são as hepatites A e B, e as mais raras são C e D. Em muitos casos, os vírus não apresentam sintomas, com isso, a infecção pode se tornar crônica, resultando em danos mais graves ao fígado.

De acordo com a médica infectologista do Grupo América, que faz parte do Sistema Hapvida, Renata Bernardes, a campanha Julho Amarelo é importante porque como as hepatites são silenciosas, acabam sendo pouco diagnosticadas. “A hepatite A é transmitida por alimentos ou fezes de pessoas contaminadas, é mais comum na infância e tem evolução geralmente benigna e não deixa sequelas. Já as hepatites B e C são transmitidas por sangue, relação sexual ou de mãe para filho durante o parto. Essas sim podem evoluir para complicações graves como cirrose hepática e hepatocarcinoma”, explica.

Sintomas

Os sintomas dependem de cada tipo de hepatite e a fase da doença. “Muitas vezes os sintomas iniciais são leves. Na fase aguda o paciente pode apresentar febre, mal estar, fraqueza, náuseas, vômitos, icterícia, que é a coloração amarelada de pele e mucosas, dor abdominal, fezes esbranquiçadas e urina escura. A fase crônica pode ser assintomática por anos, até que surjam sintomas das complicações”, relata a infectologista.

Além disso, algumas situações podem aumentar o risco de disseminação como regiões sem saneamento básico, usuários de drogas endovenosas que compartilham seringas, agulhas, lâminas de barbear e alicates de unha, entre outros.

Tratamento

O tratamento é diferente para cada tipo hepatite viral. “A hepatite tipo A é considerada autolimitada e cura espontaneamente, mas deve ser acompanhada e ter seus sintomas tratados para amenizar o desconforto. Já o tipo B pode evoluir para cura espontânea na fase aguda na maioria dos pacientes e tem tratamento para controlar a replicação do vírus e reduzir os riscos das complicações, mas até o momento não tem cura para pacientes que cronificam. A hepatite C atualmente tem tratamento simples e com taxa de cura superior a 95%”, explica.

Outra forma de prevenir as hepatites virais é pela vacina, que previne contra as formas A e B (sendo que ao tomar a vacina da hepatite B previne-se também a hepatite D). Para os demais tipos de hepatites virais ainda não e existem vacinas disponíveis. “O grande desafio das hepatites virais é o diagnóstico precoce. Por serem assintomáticas na maior parte dos casos, muitos pacientes não identificam a doença até que cheguem à fase de complicações como cirrose e câncer.  Temos que evitar diagnóstico tardio, oferecendo a testagem a todos os pacientes em consulta e encaminhando para vacinação aqueles não vacinados” finaliza.

Teleconsulta

Para os clientes do Grupo América que apresentarem os sintomas de algum tipo de hepatite, é possível realizar uma teleconsulta, sem a necessidade de sair de casa. A ideia, como explica José Luciano Monteiro Cunha, diretor corporativo de Telemedicina do Sistema Hapvida, é promover mais conforto e segurança ao beneficiário, que pode ter acesso, no conforto de casa, à consulta médica e avaliação. “Quando os sintomas são muitos graves, as pessoas devem buscar uma unidade hospitalar, caso contrário, por meio da teleconsulta, o médico vai avaliar o paciente e solicitar, se preciso, que vá até uma unidade para um tratamento mais específico. Isso evita a ida desnecessária a uma emergência que pode ser tratada em casa”, enfatiza.

Para o paciente ter acesso ao serviço de teleconsulta de urgência simples oferecido pelo Sistema Hapvida, basta acessar o site das operadoras América, Promed ou Ame. O serviço funciona todos os dias, 24 horas.

Sobre o Sistema Hapvida  

Com cerca de 6,4 milhões de clientes, o Sistema Hapvida hoje se posiciona como o maior sistema de saúde suplementar do Brasil presente em todas as regiões do país, gerando emprego e renda para a sociedade. Fazem parte do Sistema as operadoras do Grupo São Francisco, América, Promed e Ame, RN Saúde, além da operadora Hapvida. Atua com mais de 30 mil colaboradores diretos envolvidos na operação, mais de 15 mil médicos e mais de 15 mil dentistas. Os números superlativos mostram o sucesso de uma estratégia baseada na gestão direta da operação e nos constantes investimentos: atualmente são 39 hospitais, 194 clínicas médicas, 42 prontos atendimentos, 177 centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial.

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