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Política POLÍTICA

Veja o que dizem os candidatos sobre construir Hospital Municipal em Goiânia

Pesquisa mostra que 59,4% dos goianienses consideram que a Saúde deve ser a prioridade na próxima gestão

15/11/2020 13h23
Por: Kamila Reis Fonte: Mais Goiás
(Foto: Agência Brasil)
(Foto: Agência Brasil)

As eleições municipais trazem à tona uma série de problemas enfrentados nas cidades. E um deles tem chamado a atenção tanto de candidatos quanto de eleitores: a Saúde.

As reclamações não são de hoje e são frequentes: demora, filas, unidades de saúde lotadas, longas esperas para a realização de exames, consultas especializadas e cirurgias eletivas. Além de tudo isso, a pandemia do coronavírus deixou mais evidentes as dificuldades enfrentadas pelos goianienses.

A preocupação dos moradores da capital se traduziu em número. Uma pesquisa realizada pelo Sagres no final de outubro mostrou que 59,4% dos goianienses consideram que a Saúde deve ser a prioridade na próxima gestão. Em seguida veio a Educação (32,6%) e Segurança Pública (29,3%)

Em meio a toda essa questão, a necessidade da construção de um hospital público municipal surge. Entretanto, custos, prazos e localização dessa possível nova unidade ainda não ficaram claros para o eleitor. Também não fica clara qual a real necessidade da obra.

Diante disso, o Mais Goiás perguntou aos cinco candidatos mais bem colocados nas pesquisas qual a opinião deles sobre a construção de um hospital municipal para a capital. Confira as respostas abaixo:

 

Adriana Accorsi (PT)

A candidata afirmou que existem outras questões a serem resolvidas antes de iniciar a construção de um hospital. Ela respondeu que a prioridade imediata é o Comitê de Emergência da Covid-19. Adriana disse que é necessário fortalecer a saúde básica e programas como a saúde da família, além de zerar filas de exames, ter unidades pediátriacas 24 horas e valorizar os trabalhadores da saúde. “Após atender todas estas emergências, nós vamos buscar recursos para a construção de um hospital municipal”, concluiu.

 

Alysson Lima (Solidariedade)

O candidato firmou o compromisso de construir um Hospital. Ele afirma que a unidade terá 400 leitos, dos quais 80 serão destinados à Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Alysson afirmou também que a obra será entregue em um ano e meio e que o objetivo é desafogar os Cais e demais unidades de saúde. “É um cenário que já deveria existir, mas, por falta de visão da atual gestão, isso ainda é um sonho da população”.

 

Elias Vaz (PSB)

O candidato não encaminhou um resposta para a redação até o fechamento da matéria.

 

Maguito Vilela (MDB)

O candidato afirmou que, se eleito, construirá um Hospital Municipal. Ele ressaltou que ele custará aproximadamente R$ 70 milhões e contará com 200 leitos de enfermaria e 70 de UTI. Ele ressaltou também que existe a possibilidade de aquisição de estruturas já construídas e ociosas em nossa cidade e de firmar parcerias com a iniciativa privada e instituições de ensino, o que garantiria a oferta de novos leitos em “um prazo curtíssimo”. “No fundo o objetivo é ampliar a rede municipal de saúde para atender cada vez melhor nossos cidadãos”

 

Vanderlan Cardoso (PSD)

O candidato respondeu que não considera a necessidade do município construir e manter um hospital. Na opinião dele, isso está na contramão, uma vez que “a maioria está solicitando a estadualização dos hospitais municipais”. Ele ressaltou que o serviço de alta complexidade bem contratado é mais barato para a cidade e mais confortável para o paciente. Por isso, Vanderlan pretende utilizar os serviços os serviços dos hospitais estaduais, que já estão contratados, e dos hospitais privados.

 

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